| BB já contratou R$ 1,5 milhão em crédito para compra de bens que facilitam vida de pessoas com deficiência |
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| Seg, 23 de Abril de 2012 14:51 |
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Entre os bens que podem ser financiados estão cadeiras de rodas (inclusive motorizadas), ampliadores de imagem, computador portátil braille e equipamentos de adaptação para veículos automotores. Para conferir a lista de bens que podem ser financiados, o interessado pode ir a uma agência do banco ou consultar o site http://www.bb.com.br/creditoacessibilidade. Para ter acesso ao crédito, é preciso ser cliente do banco com limite de crédito aprovado, ter renda mensal bruta de até dez salários mínimos e limite de crédito disponível. A taxa de juros é 0,64% ao mês e o prazo para pagamento vai de quatro a 60 meses. O financiamento pode chegar a até 100% do valor do equipamento que beneficiará a pessoa com deficiência, no valor de R$ 70 a R$ 30 mil. Antes de contratar o empréstimo, o cliente deve comprar o produto no estabelecimento comercial e pedir a nota fiscal em seu nome. Depois, é preciso levar a nota fiscal na agência para contratar a operação. Além da nota fiscal, é preciso ter em mãos os documentos pessoais como identidade, CPF, comprovante de renda e comprovante de endereço. Segundo o BB, uma dica é pedir desconto na hora da compra do bem, já que será pago à vista. No último dia 19, o governo publicou no Diário Oficial lei com o valor da subvenção econômica de até R$ 25 milhões por ano para que instituições financeiras oficiais forneçam crédito para pessoas com deficiência. A lei permite ao governo subsidiar empréstimos para que pessoas com deficiência possam adquirir equipamentos, com recursos do microcrédito. Atualmente, os bancos são obrigados a destinar 2% dos depósitos à vista para o microcrédito. Agora, parte dos recursos pode ser destinada a esse tipo financiamento. |

O Banco do Brasil emprestou, até o último dia 13, R$ 1,5 milhão para a compra de bens e serviços que facilitem a vida de pessoas com deficiência. A linha foi lançada pelo banco em fevereiro deste ano, depois de aprovação do Conselho Monetário Nacional.