Um estudo baseado em vídeos de mangabeis-cinzentos na Costa do Marfim encontrou uma flexibilidade no meio do pé muito próxima à dos chimpanzés. O resultado reforça a hipótese de que o ancestral comum de humanos e chimpanzés era capaz de escalar troncos, mesmo que tivesse pés mais parecidos com os de macacos.
A discussão sobre o tempo máximo que uma pessoa pode viver ganhou novo capítulo na revista Nature. Autores de um estudo contestado afirmam que as evidências disponíveis apontam para um limite de 125 anos, enquanto pesquisadores ainda divergem sobre a existência de um teto biológico.
A boca aberta e os dentes à mostra podem parecer um sorriso, mas não revelam sozinhos o que um animal está sentindo. Estudos e especialistas mostram que contexto, postura, cauda, orelhas e comportamento são essenciais para evitar interpretações perigosas.
A Amazônia não foi uma floresta intocada antes da chegada dos europeus. Pesquisas arqueológicas indicam ocupação contínua, manejo de plantas e até 10 milhões de habitantes na região em diferentes períodos.
Por anos, pequenas rãs venenosas encontradas em florestas do alto rio Purus foram tratadas como uma população distante de Ranitomeya sirensis. A aparência geral...
A natureza, em sua busca incessante pelo equilíbrio, muitas vezes nos apresenta comportamentos que, aos olhos humanos, podem parecer cruéis, mas que são estratégias evolutivas cruciais. Um dos exemplos mais fascinantes e, ao mesmo tempo, aterrorizantes desse pragmatismo biológico...