Na década de 1980, coletores retiraram partes de uma palmeira espinhosa de florestas periodicamente inundadas do município de Porto Velho. O material foi prensado, etiquetado e levado para herbários brasileiros. Ali permaneceu por quase quarenta anos identificado, em geral, apenas pelo gênero Astrocaryum. A planta já estava dentro da ciência, mas sua verdadeira identidade ainda não havia entrado no mapa do país.
Uma revisão revelou que os exemplares pertenciam a Astrocaryum chonta, conhecida como chonta ou huicungo. Até então, a espécie tinha ocorrência confirmada apenas na Bolívia e no Peru. O registro de Porto Velho colocou-a oficialmente no Brasil, aproximadamente 515 quilômetros distante do ponto conhecido mais próximo em território boliviano.
A descoberta em Porto Velho aconteceu décadas depois da coleta
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Uma expedição liderada por pesquisadores de Trinidad e Tobago revelou ecossistemas profundos, espécies possivelmente inéditas e sinais de impactos humanos em áreas pouco conhecidas do oceano. Os dados devem apoiar decisões sobre conservação e planejamento marinho no Caribe.
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